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29 de out de 2012

O Silêncio da Chuva - livro

      Nada melhor que passar o final de semana lendo um romance policial nacional, e o melhor é quando você mesmo se surpreende na rapidez da leitura, pois antes mesmo do final de semana terminar, o livro já estava todo lido.  E foi isso que aconteceu comigo. Graças ao suspense e ação da obra que fez com que  eu  tivesse  a necessidade de saber o mais rápido possível o final da história, esse livro é O Silêncio da Chuva (1997), primeiro romance policial escrito pelo Luiz Alfredo Garcia-Rosa.


      Tal sinopse apresentada no livro fala:

Neste seu caso inicial, um executivo é encontrado morto ao volante do próprio carro, num edifício-garagem no centro do Rio. Levou um tiro, único e definitivo, mas não há outros sinais de violência: é um morto de indiscutível compostura. O que só atrapalha as coisas, nesse crime sem testemunhas e aparentemente sem pistas.

      Esse livro eu achei realmente muito bom, se você é aquela pessoa que gosta de ler no ônibus por exemplo, pode ter certeza que nada vai tirar a sua atenção, ou se você não tem tem muito tempo para lazer um livro, essa obra seria ideal pois não é muito extenso. No entanto, como nada desse mundo é perfeito, o livro apresenta alguns pontos fracos que encontrei, que são:

  • O motivo que não forma nem um pouco convincente a qual levou personagem a cometer os assassinatos;
  • Apesar do final ser muito surpreendente, eu me decepcionei um pouco com o desfecho.
  • O escritor está sempre repetindo a descrição dos atos do personagem e sentimentos;
  • Alguns fatos que ocorreram não foram bem esclarecidos.
      Apesar desses pontos fracos, valeu a pena ter lido o livro, é uma leitura muito fácil, onde as palavras não são tal distantes do nosso cotidiano, tem uma boa estrutura textual, e o melhor de tudo, é um livro nacional, ou seja, está muito mais próximo da nossa realidade brasileira. 


Nota: 8,5


5 de set de 2012

A valorização da beleza padronizada

      Após um bom tempo na procura pelo filme para baixar e depois assistir, eu encontrei o filme A Fera (2011), que se baseia um pouco da clássica história da Bela e a Fera. Para quem não se lembra, esse clássico filme aponta temas sobre beleza, punição e recompensa. Ou seja, não faça algo de errado a qual a sua cultura ache errado, se você é arrogante com outras pessoas, deixe de ser pois isso não é certo, pois caso você continuar a ser você mesmo com seus defeitos, você será punido. E foi assim que aconteceu com o clássico e o atual filme adaptado, onde o homem é punido pelo seus defeitos de ser, cuja punição é se transformar em uma fera tão horrível a ponto de se esconder e ter vergonha de si mesmo. Assim, a única forma de desfazer desse tal feitiço é amar uma pessoa e ser amado de volta. 


      Apesar do desenho clássico a Fera ser realmente uma aberração, pois o príncipe deixou a sua forma humana e virou um animal cuja aparência realmente dá medo. No outro filme já não é essa tal aparência que tanto se teme.  Pois nele, a Fera vive em um mundo repleto da intensa valorização de ser belo no mundo que consiste em aparências padronizantes. Isso porque o personagem que faz a Fera, Kyle Kingston, com seu péssimo comportamento, ele é enfeitiçado e transformado em uma criatura tão abominável que ele sente vergonha até de sair da sua casa. No entanto, essa tal figura não é nenhum animal monstruoso, é simplesmente a figura que remete ao visual punk, a qual engloba piercing, tatuagens, cicatrizes e cabeça raspada. 





                                                Cenas do filme A Fera


      Sinceramente, se eu fosse punk ficaria constrangida em ver o meu próprio estilo sendo retratado como algo abominável e maligno. Isso reflete que até hoje, a aceitação do diferente, aquele que não está nos padrões de beleza da tal sociedade, é facilmente excluído e inaceitável pelo outro.




28 de ago de 2012

Mandar e manipular

      Acordo, vou ao banheiro, faço meu café da manhã e depois vou para meu emprego, em seguida, chego em casa, pago as minhas contas, telefono para os meus amigos que não existem, leio algum livro e depois vou para cama dormir. Essa foi a descrição da parte rotineira da minha vida irreal. Ao saber dessa descrição, você provavelmente irá achar chato e sem graça, no entanto, não é. Pois ele é um jogo que pode te deixar viciado até um certo ponto, pois ele te dá uma possibilidade que todos os humanos, em maior parte, gostam de fazer, que é manipular e mandar.



      Manipular significa controlar algo para que ele possa atuar de uma determinada forma de acordo com os desejos do agente manipulador. É isso que o jogador faz com seu personagem criado, que é totalmente passivo e obediente, pois é ele que determina onde e quando o personagem deve ir, com quem deve fazer amizade, qual emprego deve seguir, e até criar objetivos da temporária vida irreal que devem ser alcançados. 
      Assim, com mais de 1,4 milhão de unidades comercializados apenas em sua primeira semana, isso reflete bem o desejo do próximo em manipular e mandar no outro de acordo com seus desejos. Não obstante, mandar no outro não significa que esteja fora dos seus próprios mandamentos, pois com dizia Minguel Unamuno, "Compadeça-se quem manda de quem obedece, e de si mesmo se compadeça por ter que mandar."

22 de ago de 2012

Apenas um cidadão



      Ônibus entram, ônibus saem. Pessoas andam em constante movimento, outras apenas adormecem para se refugiarem nos seus sonhos e fugir dos seus tormentos. É assim que é o dia a dia desta rodoviária do Plano Piloto - Brasília, onde é tão explícito a desigualdade entre um homem e um cidadão, a qual somente uma parcela da sociedade, na prática, exercem seus deveres e direitos de cidadania. Além disso, por mais que o Brasil seja um país onde há maior liberdade, e ainda existir mais pessoas que lutem por quase absoluta liberdade para qualquer um exercer-la, ela não elimina as desigualdades sociais que ainda paira até hoje. Desse modo, a invenção do homem em designar alguns seres humanos em somente cidadão, significando ser sujeito de direitos e deveres, é aquele que está capacitado a participar da vida da sociedade.
      Assim, as desigualdades em sua totalidade ao meu ver, sempre irão existir nessa humanidade do século vinte e um, porque esse é o tempo da geração da singularidade,ambição e digital. Portanto, ser cidadão, que vai além dos seus direitos e deveres, é funcionar eficientemente dentro do padrão da sociedade a qual está inserido, viver na cooperação com outros cidadãos e cumprir suas obrigações, além disso, é necessário refletir que nem todo homem é considerado cidadão, e nós cidadãos precisamos reconhecer que todos são homens, pois como dizia Carlos Drummound de Andrade, "Os homens são como as moedas; devemos tomá-los pelo seu valor, seja qual for o seu cunho."



15 de ago de 2012

A minha perturbada ociosidade



      Não há nada pior que ficar na ociosidade, apesar que foi por meio dela que surgiram alguns grandes pensadores filosóficos. No entanto, isso não se aplica a mim, pois além de eu estar hiper ansiosa desta greve acabar, estou também perturbada com  a desorganização do meu tempo. Isto é , não sei se leio um, dois, três ou mais livros por dia, ou se passo o tempo todo jogando. Não sei se devo correr ao cair da tarde ou talvez fritar umas batatinhas e ver um filme. Assim, entre isto ou aquilo vou me torturando com tanta liberdade que tenho. Pois uma das características do homem, de acordo com Kierkegaard, o homem é sempre livre, mas ele está eternamente obrigado a fazer sua escolhas.

8 de ago de 2012

Mudanças no Blog



Depois de muito tempo sem postar, eu andei pensando em mudar um pouco o rumo do Blog. Passarei a incluir um pouco da minha vida pessoal, e também darei opiniões sobre filmes, músicas, obras de artes e livros. Caso fiquem interessados, postarei todas as quartas-feiras. Espero que essa mudança de foco não desanimem vocês. :) até!

11 de jul de 2012

Apenas uma numeração imaginária


      Todo nosso cotidiano é dividido por datas e subdividido por horas, ao meu ver isso é estranho, pois nossas vidas são passadas a cada segundo, minuto, etc..Assim, cada ano é em direção na ordem crescente, porém, ele aparenta ser um ciclo, onde tudo que passou no ano passado, irá se passar no ano que vêm.Constituindo se de comemorações e sua data de aniversário, que nada mais é que uma festa em que os humanos festejam para o seu envelhecimento biológico, onde engloba tanto bolo quanto refrigerante (sim, eles gostam de carboidratos). Por conseguinte, eles também festejam comemorações, como por exemplo o ano novo, cuja concepção que eles tem disso é que será uma vida nova, tudo novo, novos relacionamentos, oportunidades e erros. Enquanto que  as experiências passadas que foram fracassadas e deram erradas por algum motivo, eles preferem jogar fora por meio do esquecimento proposital da mente (como se isso fosse possível).
       Assim, o calendário é quase que uma previsão do futuro, pois você pode saber o dia que a sua amiga faz aniversário e já pensar no presente que irá dar para ela. Ou até mesmo você pode fazer seus compromissos  em cada horário, tornando desse modo um escravo do tempo ( quem não é?), na hora seguinte, você saberá o que fazer.
      Portanto, o calendário é uma utilidade pública necessária para essa bagunçada sociedade, pois sem ela a organização não existiria(será?). Apesar dele ser criado por algum sujeito muito organizado, nós não saberíamos o que fazer sem essa tal organização do tempo.

3 de jul de 2012

Tarzan, o mito sobre os humanos



   Tarzan é um personagem central do desenho, a qual é um  homem criado desde criança por grandes macacos da África. Filho de um casal de nobres ingleses mortos após o naufrágio do navio em que viajavam pela costa africana. Seu nome era John Greystoke. Os macacos que o criaram, porém, o chamavam de Tarzan.
    Tarzan, um homem de origem inglesa, era um homem bom, diferentemente dos outros animais. Aprendeu a ler sozinho, e demonstrava sentimentos nobres  e humanos e defendia valores semelhantes aos da sociedade de homens, apesar dele ser criado em uma selva cheio de animais, que por incrível que pareça, o Tarzan era um homem civilizado, que por mais que a natureza o force a libertar seus instintos de sobrevivência, ele era incapaz de atos de violência.
    Trata-se portanto de uma idealização de um homem que é bom por natureza. No entanto, essa construção ideológica nunca poderia ser possível, pois os indivíduos da espécie humana somente se tornam verdadeiramente humanos por intermédio da convivência e da interação em  um meio social, ou seja, com seres de sua espécie. 

28 de jun de 2012

Sacolas Plásticas, sim ou não?

      

      Navegando pela internet, entro no site da Folha e me deparo com a triste notícia, Redes de varejo retomam hoje distribuição de sacolas plásticas. Sim, aquelas insignificante sacolas que só servem para carregar produtos até a sua casa, voltam novamente em estabelecimentos que tiveram a iniciativa de tirar em "prol da sustentabilidade e da preservação do meio ambiente", ou seja, para um bem maior.
      Mas, por qual motivo essas escolas voltaram ? Oras, por causa de uma Juíza chamada Cynthia Torres, que provavelmente  não está nem um pouco interessada em questão de meio ambiente, somente preocupada do consumidor arcar sozinho ( sacolas retornáveis geralmente custam menos que 1 real) com outro produto simplesmente para levar outros produtos do mercado até a casa, SÓ! que grande causa....
       Mas enfim, percebe-se que as autoridades estão mais preocupadas com coisas mínimas, a qual ninguém sairia prejudicado, do que o problema do meio ambiente, que é bem mais grave. Assim, só nos restam cada um conscientizar e fazer sua parte.


25 de jun de 2012

O homem e suas criações

" Deus apenas fez a água, mas  homem fez o vinho"
Victor Marie  Hugo

      Não é de surpreender que a cada tempo  homem inventa coisas para suas necessidades, e as necessidades são nada mais que mera invenção do próprio homem, onde permeia, segundo Maslow, aspectos da necessidade fisiológica ,segurança, social, auto-estima e por fim a auto-realização. Tornando as escolhas do homem diretamente relacionada na hierarquia das necessidades que os homens buscam satisfazer. E para obter tal êxito, é necessário de meios que o levem aos objetivos, que nada mais são que as invenções que o próprio homem realiza, seja em vista nos materiais e lugares, ou até mesmo nas relações sociais e comportamento.
      Desse modo, todas as escolhas que o indivíduo faz é na base da necessidade, e os caminhos que irão guiar para se obter êxito em tal necessidade vai depender do seu desenvolvimento social, englobando tanto na interação entre famílias, amigos quanto influências por meio de músicas, filmes ou qualquer veículo de comunicação.
      Portanto, um dos motivos a qual o homem  está nesse mundo tão complexo e intrigante são a suas próprias necessidades, mas com certeza deve haver muitas outras coisas a qual  só nos remetem a refletir e investigar.

22 de jun de 2012

As convicções são prisões



           Eu sempre fui uma pessoa de respeitar opiniões, e também de critica-los. E uma abordagem que ao meu ver é estranho e ao mesmo tempo está longe da minha realidade, é a possibilidade do ser humano atingir a certeza de alguma coisa, pois estou falando sobre dogmatismo.
          Dogmatismo é uma doutrina que acredita que é possível atingir a certeza. Assim, ela passa a designar as verdades não-questionadas, pois quem se adepta a essa doutrina, sempre toma posse da verdade , fixa-se nela e abdica de continuar a busca de outras hipóteses que podem refutar essa verdade. Desse modo, por mais que a sociedade se modifique com passar do tempo, a pessoa simplesmente nega as mudanças e continua acreditando em suas verdades que ela mesmo impôs. Isso realmente é estranho quando se trata desse resguardo da verdade a qual o indivíduo vivencia na sua sociedade, refutações do qual ele crê. Portanto, um dogmático teme o novo e não raro se torna intransigente e prepotente, e o mundo está sempre em mudança, e nós não podemos aprisionar o passado  e negar a existência da atualidade em constante mudança.

21 de jun de 2012

O novo começo

 

  O começo sempre aparece quando se deseja recomeçar em algum momento da vida , seja porque errou em alguma parte da vivência social, ou até mesmo porque quer mudar o rumo da vida por ter se enjoado da sua antiga vida. Todavia, as recordações  da acumulação da vivência social são nítidas, tornando o passado como algo que experimentou apenas uma vez e arrependido várias vezes, assim, retirando apenas o aprendizado dessa experiência tão dramática, a qual foi por meio desse conjunto ou em parcela experimental na vida social que fez como causa a decisão de começo. Desse modo, pode-se concluir que toda atitude que tomamos sempre haverá uma causa para  que esse efeito aconteça, isto é, nada é por acaso.

5 de abr de 2012

A ciência e o seu lado negativo




  Ciência, em primeira vista do termo, aparenta ser uma palavra simples, que já ouvimos falar em algum lugar, talvez na mídia social ou provavelmente na escola no ensino fundamental ou no ensino médio, em maior parte, os indivíduos têm um pouco de noção desse termo, mas dificilmente sabem-se explicar, ou se sabe, está fundamentada na teoria que foi aprendida no ensino básico
      A ciência é algo que está sempre em andamento com a sociedade, seja pelo seu progresso ou até mesmo na limitação do seu progresso, que pode ser impedido pela ética que seu meio cultural impõem, ou pela falta de tecnologia como acessório.
      A ciência sempre teve  um esteriótipo de ser uma verdade universal e de estar sempre em posição do lado em prol da humanidade. 
      Primeiramente, a ciência nunca foi uma fornecedora da verdade, pois o que acontece é a incessante busca da  verossimilhança através da interpretação de dado.
       Em seguida, a ciência nem sempre estar no lado do homem, e um fato histórico que afirma essa hipótese é o que aconteceu em Hiroshima, a qual a energia atômica destruiu diversas vidas, pois esse produto que a própria ciência criou nada mais é do que uma potencialidade suicida para a humanidade.
      Portanto, a ciência é algo tão necessário para o progresso, e ao mesmo temo tão perigosa para a humanidade, percebe-se que é preciso de limite, tanto advindo da ética quanto da política. Pois só apenas esses monitoramento que a ciência não poderá se contrapor ao homem.

21 de fev de 2012

Apenas sonhos

            Um sonho de verão, sonhos e mais sonhos, apenas servindo como preenchimento de algum depósito no interior da subjetividade. Sempre irá haver algo que estará sempre auxiliando na reprodução dos meus sonhos, não sei se é algo advindo do meio externo, em que tudo que desejo não passa de uma mera escolha que a sociedade me fez acreditar que é o meu sonho, apesar de não ser. Ou pode-se ter uma outra hipótese, a qual os meus sonhos são feitos por mim mesmo, mas, quem será eu? Sou algo produzido pela sociedade e feito pela natureza, ou simplesmente é o meu  espírito, a qual  é um ser existente, em que tem em suma objetivo de evoluir e fazer as suas missões aqui na terra, onde o meu corpo é apenas uma casa do meu espirito.Que questões pertinentes à vida...

14 de fev de 2012

A dor de um ciclo vicioso

            Trabalho, trabalho e trabalho, que nada mais é que um meio para se ganhar dinheiro, em que engloba tanto o consumo necessário para a sobrevivência, quanto para o desnecessário consumo de artefatos por mera vaidade ou até mesmo por um vazio existencial. Dessa forma, a probabilidade de um ciclo vicioso acontecer em se tratando da administração do tempo é simplesmente o trabalho a qual se ganha dinheiro, e lazer, em que se gasta em coisas inúteis cujo objetivo é ter uma falsa sensação de poder e felicidade, é maior em pessoas materialistas. Mas essa falsidade que o indivíduo tem não é a pior parte, pois o ponto crucial nisso é que a pessoa é enganada justamente em relação a *achar* que estar na liberdade, acreditar que comprando isso ou aquilo vai torna-la diferente ou vai resolver ser problemas, mas a cruel verdade é que estamos presos, e quando digo que estamos presos, é porque realmente estamos presos, estamos a cada dia sendo influenciados pela mídia, propagandas, livros, pessoas próximas, e o mais assustador disso é que elas apenas acreditam, e tornam as consequências influencias em mera verdade universal, não tendo nem se quer o trabalho de questionar o porquê de acreditar nas suas "verdades".


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